sábado, 31 de março de 2012

A importância da leitura

Já sabemos que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente acompanhada pelos pais e professores é beneficiada em diferentes sentidos como: aprender novas culturas, melhorar o vocabulário, deste modo se comunica melhor, além de desenvolver a criatividade e a imaginação.
A leitura também contribui para a formação de um indivíduo crítico, responsável e atuante na sociedade. Foi pensando nisso que direcionamos a leitura dos livros paradidáticos.

Os alunos do 6º ano realizaram a leitura do livro “Um garoto consumista na roça”, de Júlio Emílio Braz, da Editora Scipione é uma boa dica para quem quer ler um bom livro, com linguagem bem-humorada e refletir sobre temas como choque cultural e consequências do consumismo excessivo. 


Tino é um garoto de classe média carioca e sempre presenteado pela mãe - diretora de marketing de uma grande agência de publicidade - com roupas e acessórios de grife. "Coisificação de sentimentos" é o nome que o garoto dá ao ato materno de compensar a ausência com tênis da moda, óculos maneiros ou o computador mais moderno. 
Filho de pais separados, Tino entra em desespero quando descobre que a mãe irá viajar para Paris com o novo namorado e ele, em férias escolares, será levado pelo pai - que é um "ecochato", nas palavras do autor - para visitar a família em Bom Jesus de Camanducaia, em Minas Gerais, onde só existem três carros e o único telefone, que fica num armazém, só pode ser usado até as seis horas da tarde. 
Quando o garoto chega à cidade, há um inevitável estranhamento inicial: "são uns caipiras", diz Tino; "é um lunático", pensam os vários tios e primos mineiros. Aos poucos, as duas partes começam a aceitar as diferenças. No meio da narrativa, o autor aborda temas educativos como cuidados com a saúde e preservação do meio ambiente. 
"O consumo torna as crianças vítimas da moda e permeia todas as classes sociais", diz Júlio Emílio Braz. O autor, que ainda usa máquina de escrever para produzir seus textos, completa: "Hoje em dia a internet, os remédios, a terapia... tudo é consumo"! (Fonte: http://www.educacaoadventista.org.br/fundamental-2/para-ler/327/um-garoto-consumista-na-roca.html. Acesso em 31 de mar. 2012)



Já os alunos do 9º ano como introdução aos clássicos literários leram o livro “A Megera Domada,” de William Shakespeare. 

  
Esta obra é uma das comédias mais conhecidas de Shakespeare, onde o enredo é engraçado e com maior destaque às personagens de Petrúquio e Catarina. Cheia de energia e movimento, com ação se desenrolando num ritmo ágil, que prende o interesse do leitor da primeira a última linha, apresenta duas histórias a Catarina e Petrúquio e a dos pretendentes que se disfarçam paras conquistar Bianca, a irmã da megera. Boa parte da história se passa na casa de Batista Minola, o pai das jovens, e outra parte, na casa de campo de Petrúquio, onde ele utiliza o método para domar sua irascível esposa. (Fonte:http://www.relativa.com.br/livros_template.asp?Codigo_Produto=154366&Livro=A-Megera-Domada-Serie-Reencontro-Literatura-3.-Edicao-2011. Acesso em 31 de mar. 2012)





Professora Regina Alves

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Todo mundo tem rosquinha?

Essa semana, os alunos do 3º EM encenaram uma peça teatral baseada na crônica "A rosquinha" de Luís Fernando Veríssimo. Os alunos do Fund I se divertiram muito com a apresentação e também participaram de uma reflexão sobre a importância dos hábitos de higiene para a nossa saúde.


Parabéns aos alunos do 3º EM e também a Profª Regina, por mais um trabalho de integração entre os alunos do Instituto Mairiporã.


“A rosquinha

O apelido dele era "cascão" e vinha da infância. Uma irmã mais velha descobrira uma mancha escura que subia pela sua perna e que a mãe, apreensiva, a princípio atribuiu a seguida descobriu que era sujeira mesmo.

- Você não toma banho, menino?

- Tomo, mãe.

- E não se esfrega?

Aquilo já era pedir demais. E a verdade é que muitas vezes seus banhos eram representações. Ele fechava a porta do banheiro, ligava o chuveiro, forte, para que a mãe ouvisse o barulho, mas não entrava no chuveiro. Achava que dois banhos por semana era o máximo de que uma pessoa sensata precisava.

Mais do que isso era mania.

O apelido pegou e, mesmo na sua adolescência, eram frequentes as alusões familiares à sua falta de banho. Ele as agüentava estoicamente. Caluniadores não mereciam resposta. Mas um dia reagiu.

- Sujo, não.

- Ah, é? - disse a irmã. - E isto o que é?

Com o dedo ela levantara do seu braço um filete de sujeira.

- Rosquinha não vale.

- Como não vale?

- Rosquinha, qualquer um.

Entusiasmado com a própria tese, continuou:

- Desafio qualquer um nesta casa a fazer o teste da rosquinha! A irmã, que tomava dois banhos por dia, o que ele classificava de exibicionismo, aceitou o desafio.

Ele advertiu que passar o dedo, só, não bastava. Tinha que passar com decisão. E, realmente, o dedo levantou, da dobra do braço da irmã, uma rosquinha, embora ínfima, de sujeira.

- Viu só - disse ele, triunfante. - E digo mais: ninguém no mundo está livre de uma rosquinha...”
Luís Fernando Veríssimo






sábado, 12 de novembro de 2011

Concurso de redação


Na sexta-feira, 4 de novembro foi realizado no Centro Educacional Monsenhor José Lélio Mendes uma cerimônia especial de premiação aos estudantes que participaram do concurso de redação José Marques Junior, promovido pelo Lions Clube de Mairiporã. Com o tema “Os jovens sabem o que é a paz?”, e a nossa (se a Marci nos permite) Fernandinha foi à primeira colocada geral.
Parabéns!
Professora Regina
  

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Uma Boa Ação!

08 de novembro de 2011, uma data muito especial!




Realizamos uma visita à Creche Maria Tereza Chamma para entregarmos os brinquedos e os kits de higiene, doados pelos alunos do Instituto Mairiporã.

Foi uma ação muito significativa para todos os envolvidos!

                                                                           É o cidadão do Instituto...









segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Viver Geografia


Sete horas da manhã,
vou pro Oriente Médio e percebo que nada mudou,
naquela região milhares de anos depois.

Às oito horas vou para Europa
e percebo que a riqueza da União Europeia não aproxima
os valores daqueles povos tão diversos com a mesma facilidade.

Às nove volto pro Brasil e percebo
que a Amazônia continua sendo desbravada .
Indígenas, trabalhadores sem- terras, empresários têm os mesmos interesses, terras!

Às dez horas paro para um café, produzido no Brasil,
embalado com lacre suíço e,
consumido no mundo inteiro.

Vinte minutos depois vou pro Canadá, entrando pelo rio São Lourenço, embarco na "Canadian Pacific" e cruzo o oeste ,
quando estou quase chegando no Alaska ...

É hora de ir para a Iugoslávia:
6 repúblicas, 5 etnias, 4 idiomas, 3 religiões , 2 alfabetos...

Onze e meia da manhã volto aos Estados Unidos,
buscar alguns alunos queficaram de recuperação).
Subo até o nordeste daquele país averiguar se o Pentágono ainda está em pé, depois em direção ao Vale do Silício,sobrevôo os cottonsbelts .

Meio dia e quinze, acompanho um grupo até a caatinga nordestina brasileira ,subimos em direção à nascente do Velho Chico .
Adoraram as carrancas das embarcações do ”rio dos currais” .

Treze horas , é hora de dar um pulo até a nascente do rio Tietê
e olho mais detalhadamente ,percebendo que o rio não é só esse esgoto que o mundo inteiro conhece.

Às quatorze horas , observo que o IDH do Japão é bem diferente de Angola que é diferente de Cuba...
Nem a ONU nem a declaração do Milênio conseguem aproximar essas estatística.

Às três e meia da tarde paro para um suco mexicano comprado pela coca- cola e consumido no mundo inteiro.

Vinte minutos depois vou pro Sudeste do Brasil e os números continuam mostrando que São Paulo continua com grande contingente humano e, que o Rio de Janeiro apesar de tanta desigualdade, violência... Continua lindo...

Quatro e quarenta: Toca uma sirene

Hora de voltar pra casa !!!!!!!!

Encravada ao pé da Serra, em um paraíso aqui da Terra .

Como é bom voltar pra casa !!!!!

Profª Marci Bueno

E para me acompanhar na viagem pelo mundo, deixo como sugestão o Jogo das Bandeiras.
Você pode acessá-lo AQUI ,
Boa viagem!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Feira de Ciências

A 42ª Feira de Ciências do Instituto Mairiporã aconteceu nos dias 28 e 29 de outubro. Foi um evento que contou com a dedicação dos alunos, pais e professores. Os trabalhos desenvolvidos abordaram o tema Florestas, proposto pela UNESCO.

Parabéns a todos que colaboraram para o sucesso desse evento!

Vejam algumas fotos...








sábado, 29 de outubro de 2011

Dia D - Dia Drummond



Poeta, cronista e tradutor brasileiro. Individualista e comprometido com a realidade social.



Dia 31 de outubro é dia do nascimento de Carlos Drummond de Andrade, o mineiro de Itabira que dispensa maiores apresentações.


Para comemorar a data, o Instituto Moreira Salles( entidade civil sem fins lucrativos que tem por finalidade exclusiva a promoção e o desenvolvimento de programas culturais) lança a ideia de instituir um Dia D – Dia Drummond –, que passa a fazer parte do calendário cultural do país. Assim como os irlandeses (e hoje o mundo inteiro) festejam a vida do escritor James Joyce todos os anos no dia 16 de junho com o Bloomsday, os brasileiros começarão a homenagear um de seus maiores poetas sempre no dia de seu nascimento. O objetivo do IMS é promover e difundir a sua obra. Para isso, convida parceiros e amigos para comemorar a data, em todo o Brasil, a partir deste ano.


Difundindo e transmitindo boas ideias é claro que nas aulas de língua portuguesa do dia 31/10 aqui no Instituto Mairiporã conversaremos um pouco sobre esse grande escritor e teremos momentos de leitura e poesia, assim os alunos poderão conhecer e apreciar sua obra. 

Cortar o tempo

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,

a que se deu o nome de ano,

foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente



Carlos Drummond de Andrade


Até Mais
Professora Danila de Biasi